segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

VI Seminário Negritude em Movimento



Luis Gama, Abdias Nascimento, Clóvis Moura, Lélia Gonzalez, Beatriz Nascimento, Jurema Werneck e Sueli Carneiro, Conceição Evaristo, Carolina Maria de Jesus, Nei Lopes, Djamila Ribeiro, André Rebouças, Teodoro Sampaio, Alberto Guerreiro Ramos, Oracy Nogueira, Neusa Santos, Milton Santos, Joel Rufino, Zélia Amador de Deus, Nilma Bentes, Wilma Baia Coelho, Cristina Oshai, Wilson Mattos, Carolina de Jesus, Rosa Acevedo, Henrique Cunha.

Esses são apenas alguns nomes de uma lista extensa de intelectuais brasileiros, mas que muitos estudantes e professores nunca leram sobre. Falta à educação de forma geral conhecer a intelectualidade negra.

Sabendo da importância de conhecer as(os) intelectuais negros e negras de dentro e fora da academia, o Grupo de Estudos Afro-amazonico realizará o VI Seminário Negritude em movimento com o tema "CONHECENDO OS INTELECTUAIS NEGROS E NEGRAS BRASILEIROS", que acontecerá nos dias 12 e 13 de dezembro no auditório do IFCH-UFPA.

PROGRAMAÇÃO:
12/12 - Quarta-feira
Manhã
-09:00/ 09: 30: Mesa de abertura Abdias do Nascimento:
-10:00/ 11:30 Painel Nei Lopes - Nas ruas, nas esquinas e nas casas todos têm uma história para contar.
-11:30: Apresentação Painéis alunos Seminários Temáticos - Intelectuais Negros no Pensamento Social Brasileiro/Coquetel
-Tarde
Oficinas
-13:30: Oficina 1: Estética Negra o cuidar do cabelo e da identidade - Ingrid Amaral
-13:30: Oficina 2: Fanzine-
-15:30 - 17:00: Painel 2 Beatriz Nascimento - Mulheres Negras da Amazônia

13/12 - Quinta-feira
Manhã
-09:00 - 10:30: Painel 3 Luis Gama: Do quilombo para o quilombo - caminhos e perspectivas quilombolas no Pará.
-10:30 - 12:00: Painel 4 Zélia Amador de Deus - Políticas de ação afirmativa para a população negra.
Tarde
-14:00 - 15:30: Painel 5 Nilma Lino Gomes - Valores culturais afro-brasileiros e educação.
-15:30 - 17:00: Painel 6 Makota Valdina - Na roda das Iyas: valores afro-religiosos e cosmovisão de mundo.

*Inscrições gratuitas durante o evento

sábado, 17 de novembro de 2018

Das quebradas, do hip hop para as livrarias.

Novembro, mês da Consciência Negra. O GEAM convida a tod@s para um bate papo com o escritor Preto Michel, nesta segunda-feira, dia 11 de novembro, as 18:00 hs, na sala 212 do Mirante do Rio na UFPA..


quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Curso de capacitação em estratégias de combate à intolerância religiosa na escola


 A Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar de 2015, publicada em 2016 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aponta que a religião é a quarta principal razão de bullying  na escola, atrás apenas da aparência do corpo, da aparência do rosto e da cor/raça, e à frente de orientação sexual e região de origem.
     Diante deste problema, e tendo longa história na militância contra o racismo e a intolerância religiosa, o Grupo de Estudos Afro-Amazônico (GEAM) realizará em novembro um curso de capacitação em estratégias de combate à intolerância religiosa na escola.
   O curso é destinado aos profissionais da educação e estudantes de licenciatura. Ele consistirá no estudo dos fundamentos socioculturais da intolerância religiosa que acontece no espaço escolar; a identificação dos principais problemas do sistema educacional brasileiro que fazem da escola um ambiente propício para a intolerância religiosa; e o aprendizado de diretrizes gerais de elaboração de planejamento escolar voltado ao combate à intolerância religiosa na escola.

Período: 07 e 08; 12 a 14 de novembro de 2018, das 14:00 as 18:00 hs.
Local das aulas: Bloco E, Campus Profissional.
Inscrição na sala do GEAM / Casa Brasil-África, no IFCH/UFPA 
Informações: 3201-8365
afroamazonico@gmail.com

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

V Seminário Negritude em Movimento




Nos dias 13 e 14 convidamos todxs para o V Seminário Negritude em Movimento, que terá como tema " Vidas Negras Importam: Lutas e Debates e Conquistas da Negritude Amazônica em Movimento" o Seminário demarca os 15 anos do Grupo de Estudos Afro-Amazônicos. É o primeiro NEAB (Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da região amazônica) fundado em 16 de novembro de 2002, tendo como objetivos criar uma interface entre a Universidade e a sociedade, um espaço de diálogo e de trocas de experiências. O GEAM Atua com assessoria, formação de professores, defesa e divulgação das culturas negras, contra o racismo institucional, por políticas de ações afirmativas e contra a intolerância religiosa as religiões de matriz africana.
✓Inscrição no dia do Evento
✓Inscrição Gratuita
✓ Haverá emissão de Certificados


Programação

Pedindo licença para o dono dos caminhos
1º Dia. Dia 13 de dezembro
Manhã: Tambor vai buscar quem está longe
Local: Mini auditório do PPGAA - IFCH
08:30 – 10:00 – Mesa de Abertura com os Coordenadores do GEAM
Prof. Msc. Raimundo Jorge Nascimento de Jesus, Profª. Drª. Marilu Márcia Campelo, Profª. Dra. Eleanor Gomes Palhano, Prof. Dr. Bruno Borda, Profa. Dra. Zélia Amador de Deus
10:10 – 12:10 – Conferência de Abertura. Prof. Dr Carlos Benedito Silva – Neab UFMA.
12:15 – 12:30 – Homenagens as personalidades negras da Amazônia Negra
12:30 – 12:45 – Agradecimentos a todos os discentes que atuaram e atuam como bolsistas no GEAM.
Ajeum
12:45 – 14:00 – Intervalo de Almoço
Tarde: Na Roda entre Mulheres, Homens e Deuses
Local: Sala de áudio-visual do Laboratório de Antropologia (LAANF)
14:00 – 16:00 – 08:30 – 10:30– Roda de Conversa – História da África e Educação para as Relações Étnico-racial. Prof. Me. Joana Carmen Nascimento Machado (SEDUC, Mestranda PPGED), Prof. Dr. Dionisio Poey Baró (UFPA), Prof. Dr. Amaral Assunção (Campus de Castanhal- UFPA)

16:00 - 18:00 – Palestra – Os Processos de Comunicação de Surdos em Casas de Axé em Belém e Macapá. Criação de Sinais em Libras em Terreiros de Umbanda e Candomblé. Prof. Dr. Ronaldo Manasses (UNIFAP).

2º Dia. Dia 14 de dezembro
Manhã: Sem ancestralidade não tem negritude
Local: Sala de áudio-visual do Laboratório de Antropologia (LAANF)
08:30 – 10:30– Roda de Conversa-  Falando de Racismo Institucional, Racismo Religioso e Políticas Públicas na contemporaneidade. Tata Kinanbogi Arthur Leandro, Babalorixá Edson Catendê (AFAIA), Jucilene de Oyá (baiana do acarajé), Anna Lins (SDDH) e Patrícia de Iemanjá 
10:45 – 12:15 – Roda de Conversa – Os caminhos da juventude negra pelo Pará. Prof. Dr. Bruno BO (IFPA – Conceição do Araguaia), Escritor Preto Michel, Renata Beckmann (GEAM/ OPCC) 
Ajeum
12:15 – 14:00 – Intervalo de Almoço
Tarde: Nas águas de Oxalá
Local: Salas de aula do Laboratório de Antropologia (LAANF)
14:00 – 16:00 – Oficinas – O saber e o fazer das comunidades
Oficina 1: Block Print e arte africana – Jean Ribeiro e Glauce Santos (Ateilier Obatalá)
Oficina 2: Bonecas de Papel – Desfile e confecção de diferentes stylos da moda afro – Maira Martins e Tainara Pinheiro (GEAM/ Grupo Nós Mulheres e Casa Brasil-África)
Oficina 3: Bonecas Abayomi – Auri Ferreira
Oficina 4: Cyberativismo e a luta anti-racismo – Afrontosa Ribeiro

16:00 - 18:30 – Conferência de encerramento. Prof. Dr. Marco Antônio Domingues – UNIR

Local: Sala de áudio-visual do Laboratório de Antropologia (LAANF)

sábado, 23 de setembro de 2017

Curso Livre: Religiões de Matriza Africana no Pará


História, Memória e Saberes Africanos e Afro-brasileiros por sacerdotisas e sacerdotes

A proposta do curso é  apresentar as diferentes concepções sobre as religiões de matriz africana, seus processos históricos e civilizatórios no Brasil, bem como contribuir para um maior conhecimento e respeito sobre essas práticas religiosas. Em tempos de Intolerância Religiosa enfrentamos hoje, talvez mais do que nunca, o desrespeito à memória de nossa ancestralidade, ao nosso Sagrado.  Os dados sobre a Intolerância religiosa são alarmantes:
"Os dados demonstram que os adeptos e Terreiros de Religiões de Matriz Africana são a maioria entre os casos denominados de Intolerância Religiosa. Dos 300 casos denunciados ao Disque 100, da Secretaria de Direitos Humanos, 26,19% das vítimas eram candomblecistas e 25,79% eram umbandistas. Segundo dados da Secretaria dos Direitos Humanos (SDH), vinculada ao Ministério da Justiça, entre janeiro e setembro de 2016 (dado mais recente disponível), foram registradas 300 denúncias de Intolerância Religiosa, pelo Disque 100. Na comparação com o mesmo período do ano passado, que teve 146 denúncias, foi registrado um aumento de 105%."
As aulas do curso serão apresentadas em encontros, sob a forma de rodas de conversa com pessoas que possam falar sobre suas religiosidades e formas de culto, independentemente de suas alianças e grupos. A primeira aula será realizada no dia 27 de setembro, às 16h no Laboratório de Antropologia. 


Inscrição: Será realizada na sala do GEAM (Localizado no IFCH) e  dia 27 às 15h no Laboratório de Antropologia
Certificado com carga Horária: 60h
Valor: R$ 5,00
Maiores informações: afroamazonicos@gmail.com


segunda-feira, 24 de julho de 2017

Seminário Processo Seletivo Especial 2017

Procurando dar prosseguimento ao processo de inclusão de minorias sociais e seguimentos da sociedade historicamente excluídos, a atual gestão superior realizará no dia 07 de agosto de 2017 o Seminário Processo Seletivo Especial 2017 que terá como objetivo ser um espaço de diálogo e participação da comunidade acadêmica, em conjunto com representantes da sociedade civil organizada, para aperfeiçoar o Processo Seletivo Especial (PSE).
Nos últimos anos, a UFPA tem apresentado Políticas de Ações Afirmativas em várias de suas ações e Processos Seletivos, dentre os quais, destacam-se os Processos Seletivos Especiais em cursos de graduação, o sistema de cotas nos cursos de graduação e em alguns programas de pós-graduação da universidade. Estas iniciativas têm causado profundas transformações na UFPA e tem sido causa de avanços na construção de uma universidade e sociedade plural e diversa.
A proposta do presente Seminário tem como mote o fortalecimento e aperfeiçoamento das Ações Afirmativas e está inserida no projeto da gestão superior apresentado ainda em campanha eleitoral, a saber, viabilizar e promover maior eficiência no trato da diversidade social através de ampla participação de todas e todos, em diferentes níveis, nos processos decisórios e metas a serem alcançadas pela Universidade.   

O evento ocorrerá no dia 07 de agosto de 2017, no auditório do Instituto de Ciências da Educação (ICED/UFPA), no Campus Profissional da Cidade Universitária José da Silveira Neto, no Guamá, Belém, Pará, e é aberto ao público. No evento será apresentada a Assessoria de Diversidade da UFPA e pretende-se que ao final do mesmo haja a indicação de críticas e propostas para o PSE 2017 a serem apresentadas em sessão plenária.

*Haverá Emissão de Certificados;
*Evento Gratuito;
*Inscrição no dia do Evento.

segunda-feira, 26 de junho de 2017

CURSO EM EDUCAÇÃO INTERCULTURAL E ANTIRRACISTA



Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia (PPGSA-UFPA)
Grupo de Estudos sobre Populações Indígenas Eneida Correa de Assis - GEPI
Grupo de Estudos Afro-Amazonico - GEAM

 Instituto de Ciências da Educação (ICED-UFPA)


Período de realização: de Junho a Dezembro 2017
Carga Horária: 120h
Inscrições: serão realizadas no dia da aula inaugural
Curso Gratuito
As aulas do curso serão presenciais.

Aula inaugural será no Auditório de Filosofia, localizado no Instituto de Filosofia de Ciências Humanas- UFPA


Maiores informações: rodrigopeixoto1810@gmail.com

Objetivos do Curso: Levar conceitos e práticas relacionados à educação intercultural e antirracista para escolas de ensino médio e espaços públicos de trabalhadores da cidade, relacionando questões raciais à abordagem de classes sociais. Objetiva refletir sobre  processos de construção de identidades raciais e sociais,  sobre a importância do lugar para a vida social cotidiana dos moradores das periferias urbanas. Objetiva reconhecer os desafios postos na sociedade no que diz respeito às relações raciais e ao racismo. E objetiva pensar estratégias formativas de enfrentamento a tais desafios.

Público alvo: A capacitação pretende formar professores, estudantes e agentes sociais de multiplicação das propostas formativas, de modo a influenciar a atuação de instituições e serviços públicos. Trata-se de um curso de capacitação, e não de especialização, justamente porque pretendemos com ele um alcance mais popular e generalizado, ao não exigir que os alunos tenham diploma de nível superior.

Sessões Previstas
1)      SESSÃO I: Quem somos? Como nos tornamos o que somos? Identidade e a ética da Alteridade. Libertação. Pedagogia do Oprimido (6 horas).
2)      SESSÃO II: Um pouco da História e Cultura Afro-brasileira e a história indígena não contada nos livros didáticos (12 horas).
3)       SESSÃO III: Racismo: um ponto de vista. (6 horas)
4)       SESSÃO IV: Belém: Lugares de identidade versus colonialidades na cidade (6 horas)
5)      SESSÃO V: Desigualdades de raça, gênero e classe – interseção das opressões (9 horas).
6)      SESSÃO VI: Experiências de formação intercultural e antirracista em Belém (12 horas).
7)      SESSÃO VII: Interculturalidade e tradições religiosas (15 horas)
8)      SESSÃO VIII: Atitude suspeita tem cor? Racismo e discriminação no sistema de justiça. (12 horas).
9)      SESSÃO IX: Saúde e tradições afro-indígenas (6 horas).
10)   SESSÃO X: Apresentação da Cartilha: Educação intercultural e Antirracista nos espaços públicos e instituições: ações de multiplicação. (6 horas).
11)   Expedições de campo: 20 horas